Alinhadores estéticos invisíveis são alternativas para melhorar seu sorriso

Alinhadores estéticos invisíveis são alternativas para melhorar seu sorriso

Os alinhadores invisíveis fazem parte dos mais recentes avanços da ortodontia, garantindo um sorriso esteticamente mais bonito de forma mais discreta. Muitas pessoas precisam usar aparelho para melhorar problemas como má-oclusão (desalinhamento entre os dentes de cima e de baixo), dentes tortos, apinhados, com muito espaço entre eles ou imperfeições no alinhamento, mas não querem exibir o famoso “sorriso metálico”. Agora, com os alinhadores estéticos invisíveis isso não é mais um problema.

Esse tipo de aparelho pode ser usado por crianças, adolescentes e adultos e não utiliza bráquetes e fios metálicos. São chamados de “alinhador invisível” por serem transparentes e com qualidade estética superior aos demais. O planejamento de cada caso é feito de modo digital, a partir de uma completa documentação (escaneamento intraoral ou moldagem, fotografias e radiografias) das arcadas dentárias, do sorriso e do rosto do paciente, feitos sob medida, com o uso de um programa de computador.

Os alinhadores são indicados para casos com diferentes níveis de complexidade e problemas de mal posicionamento dentário. Durante o tratamento, a pessoa vai trocando sequencialmente o alinhador conforme o problema regride, até a sua correção total. Mesmo oferecendo um resultado semelhante ao dos aparelhos fixos, os alinhadores funcionam de forma completamente diferente, já que são trocados a cada duas ou três semanas, no máximo. Já o aparelho fixo, geralmente, permanece o mesmo do início ao fim do tratamento com manutenção para ajustes necessários.

Nesse caso, a questão estética é muito atrativa, mas uma das principais vantagens dos alinhadores é a possibilidade de removê-los para fazer as refeições, facilitando a escovação e o uso do fio dental. Isso contribui para a saúde dos dentes, pois torna mais prático o dia a dia de quem o usa. Por outro lado, o comprometimento com o tratamento por parte do paciente precisa ser total com no mínimo 20 horas de uso diário para que tudo transcorra de acordo com o previsto no Plano Digital de Tratamento e o paciente consiga o resultado desejado.

Processo de produção

Uma placa é planejada a partir de um software de computador onde é possível modificar todos os dentes do paciente digitalmente para conseguir prever o movimento dentário antes mesmo de iniciar o tratamento.

Após o planejamento, é feito a confecção onde são produzidos na impressora 3D de alta tecnologia e precisão – que gera uma sequência de biomodelos. Então, a última parte da produção é confeccionada em acetato (substância química em estado sólido) e entregue ao paciente com as instruções de uso.

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